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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A CI e a Pesquisa de Clima Oganizacional


Apesar de ser crescente a preocupação das empresas com seus funcionários e, em outras palavras, com o clima organizacional, para muitas corporações, ainda, o funcionário é apenas um produtor – uma mão de obra – e seus estados físico e psicológico não são fatores relevantes para o rendimento do trabalho. Entretanto, a comunicação interna existe para mudar este pensamento e fazer com que o clima organizacional seja positivo; uma vez que diversas pesquisas demonstram que um funcionário contente com seu ambiente de trabalho pode produzir 80% mais do que um colaborador desmotivado. O clima organizacional reflete diretamente na qualidade do serviço prestado pela empresa e, consequentemente, na sua imagem perante os públicos externos.
Uma ferramenta que é frequentemente utilizada para medir o clima organizacional de uma corporação é a pesquisa de clima. Ela pode ser descrita como a aplicação de um questionário nos colaboradores de uma organização para mapear aspectos da cultura e clima organizacionais. As informações que são coletadas por meio da pesquisa de clima podem ser usadas beneficamente para mapear pontos fortes e fracos que ajudam na criação de um plano de desenvolvimento que pode melhorar a organização como um todo.
A pesquisa de clima organizacional é considerada, atualmente, como um instrumento fundamental para as empresas que desejam conhecer seus colaboradores, ela serve como base para a comunicação interna e suas ações de informar e transmitir mensagens para os colaboradores. Alguns dos benefícios que a pesquisa de clima agrega às organizações são:       
  •            Permite que a empresa verifique onde precisa focar suas ações de melhoria para obter maior produtividade e lucratividade; 
  •    Identifica o nível de comprometimento, fidelidade e lealdade dos colaboradores da empresa;
  •     Melhora a eficiência da comunicação interna, gerando motivação nos funcionários a partir do sentimento de ser ouvido; 
  •     Permite a empresa analisar estruturas como políticas, lideranças e condições de trabalho.



Referência: http://www.pesquisadeclima.com

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Redes de interferência em comunicação interna

         Em qualquer ambiente social a comunicação ocorre de maneira espontânea e difusa, sem qualquer controle ou barreira que não seja o bom senso. Da mesma maneira ocorre em organizações, entre colaboradores do mesmo setor ou entre setores diferentes. Não há problema algum em ocorrer esse fluxo de informações livremente, o problema de fato está no tipo de informação que circula e na sua coerência. 
        Mesmo em um ambiente regido por uma boa equipe de comunicação a troca de informações informal ocorre inevitavelmente de diferentes maneiras, anteriormente somente pelo boca a boca a conhecida “radio peão” já causava problemas de comunicação, atualmente com a massificação das mídias sociais e instant messaging nos telefones móveis essa circulação de informação se tornou mais rápida. Nesse cenário uma informação mal interpretada pode circular livremente e causar danos em larga escala.  
        Situações como demissões, corte nos gastos e falta de algum recurso em uma organização podem causar a impressão de que a empresa está falindo ou que está em crise. Essa mensagem na “boca” de um funcionário mal informado chega aos seus colegas de trabalho de uma maneira prejudicial e é multiplicado para fora da organização de uma forma possivelmente danosa, podendo chegar ao mercado e prejudicar a imagem e até afetar o lucro da empresa. 
        As redes de interferência não somente são focos de negatividade dentro de uma organização, também podem ser usadas para divulgar campanhas beneficentes ou até campanhas que deem algum retorno financeiro à organização. A questão chave está na presença constante da equipe de comunicação em todos os setores, quase que uma “onipresença” nas mídias sociais e o uso do reforço nas mensagens críticas para que sejam claramente compreendidas. Dessa maneira o que era ameaça se torna oportunidade.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Dicas para melhorar a comunicação interna

Que a comunicação interna é vital para qualquer organização, já sabemos. Afinal, todos os textos deste blog visam estudar e divulgar os benefícios da comunicação interna. Hoje trataremos menos de análise e mais de operação. Como fazer a comunicação interna acontecer de acordo com o planejamento? Reunimos algumas dicas para ajudar o planejamento não ser ideal apenas no papel:

1. Conheça o público interno. Saiba o que pensam e o que esperam.

2. Envolva os líderes de todos os níveis, até o topo.

3. Descubra os meios de comunicação mais eficientes para a sua organização.

4. Estabeleça uma comunicação de mão dupla. Lembre-se tanto de ouvir, quanto considerar a informação do outro.

5. Reinvente a tentativa e o erro. Reconsidere tudo o que já foi deixado para trás, sob novas perspectivas.

6. Entenda seus obstáculos, assim ficará mais fácil de superá-los. 


Fontes:

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Diálogo tem que ter começo, meio e continuidade.

Uma das principais habilidades que permitem o bom desenvolvimento de qualquer atividade coletiva é o diálogo: 

  • Apenas compartilhando informações podemos fazer as melhores escolhas. 
  • Apenas por meio da compreensão podemos compreender o contexto e buscar soluções ou novas iniciativas.
  • Apenas com o feedback podemos repensar e melhorar nossas ações.


O diálogo só existe quando a informação é compartilhada e recebida, quando há uma troca de mensagens de forma que os interlocutores se entendam. Canal adequado, linguagem e outras "partes" do diálogo são importantes, mas o vital é lembrar que o diálogo não pode ter um fim. A comunicação deve ser contínua.

Não basta iniciar o diálogo é preciso mantê-lo e desenvolvê-lo para que as partes interessadas sejam beneficiadas. Continue dialogando para manter a eficiência e eficácia de suas ações. 

Segue um vídeo sobre diálogo feito por alguns dos redatores do blog:


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Como perceber que a comunicação interna está ineficaz


Empresas gastam altas quantias na gestão de pessoas,  esperando que isso traga resultados na produtividade da empresa. Mas quando o retorno não é o esperado, os gestores não podem se esquecer de que tudo que envolve  a vida da empresa  está ligado à forma como os processos são passados aos colaboradores e para isso a comunicação interna precisar ser eficaz e existem alguns sintomas que podemos perceber quando isso não está acontecendo.

O maior mal da comunicação interna são os ruídos, as conversas de corredor que geram rumores e tem a facilidade de se disseminar rápido, esses rumores podem comprometer o clima organizacional e na produtividade dos funcionários. Esse sintoma pode acarretar outro que é quando a diretoria se encontra isolada do resto da organização, uma vez que este grupo passa maior parte do tempo ocupado com a tomada de decisões e não lhes sobre tempo para conhecerem a realidade de seus colaboradores, ou até mesmo quando essas lideranças não se preocupam em passar as informações para os colaboradores da empresa, o que enfraquece o discurso, uma vez que uma mensagem passada diretamente pelo gestor tem muito mais impacto do que quando ela é passada através dos veículos. Além disso, podemos citar outros sintomas como: a ausência de canais de comunicação, sem importar o tamanho ou o segmento do mesmo, o que vai comprometer a relação organização-colaboradores, afinal sem esses canais não existe uma ponte estruturada de comunicação entre a organização e seu público interno, mas também não esquecendo que ás vezes é necessário um diálogo face a face; departamentos isolados, é de extrema importância que todos os departamentos da empresa possuam uma comunicação bem estruturada, pois em algum ponto um precisará da outro; e a falta de feedback, afinal o funcionário precisa saber o que é esperado dele, afim de atender as expectativas da empresa, vale lembrar que o feedback é uma ferramenta que ajuda a encontrar e entender os pontos fracos e os pontos fortes da empresa e a partir dele podem ser traçado metas. 

Referência:
http://www.rh.com.br 

domingo, 17 de junho de 2012

Criatividade e Inovação na Comunicação Interna



A criatividade na comunicação interna é um fator chave para obtermos o sucesso necessário, que visa uma comunicação ampla e de mão dupla entre funcionários e organização, permeando os valores da instituição. Uma comunicação interessante e irreverente é um caminho de assertivo para garantir o sucesso da transmissão de informação organizacional.
Visto que comunicação interna é um conjunto de ferramentas que facilitam a “conversa” entre colaboradores e organização, percebemos a necessidade de comunicar na mesma linha de pensamento, para tal, cada vez mais a organização é humanizada e os funcionários transmitem e adquirem seus valores.
Após analisar alguns modelos de comunicação interna (principalmente no  veículos de e-mails), vi que a criatividade vem sido utilizada desde o momento de criação da peça que é encaminhada aos colaboradores até a linguagem e conteúdo, dependendo da informação. Nesta breve pesquisa localizei: mensagens de bom dia, frases de inspiração, imagens de conteúdo diverso e abstrato, promoções e concursos; dentre todas estas maneiras de comunicar vou citar aqui uma que achei muito interessante.
A empresa “SKY Brasi” utiliza um método extremamente inovador para provar a passagem de conteúdo e de valores da empresa para o colaborador. Devido o grande número de patrocínios da marca eles garatiram alguns brindes para o público interno, como por exemplo ingressos para shows, estes ingressos são distribuídos aos vencedores de um “Quiz” recebido por e-mail, onde a empresa pergunta sobre os valores da instituição, suas ações, práticas e até mesmo questões sobre seus códigos de ética, desta forma o funcionário descobre e aprende mais sobre a empresa da qual faz parte de uma forma satisfatória, rápida e muito recompensadora.
Muito mais importante do que “vestir a camisa da instituição” é conhecê-la de perto. Vivemos no mundo da informação e a informação organizacional já provou ser essencial para o bom relacionamento profissional, no geral, a criatividade para comunicar é um diferencial que deve ser respeitado e aplicado, sempre que possível. 




                    Referência: Entrevista - Bruno Custódio (Funcionário da SKY Brasil)

domingo, 10 de junho de 2012


Comunicação digital 2.0


A comunicação 2.0 está sendo muito utilizada pelas empresas, como uma forma de gerenciar sua comunicação externa e interna, com maior dinamismo. Para que ela funcione com eficiência deve-se estudar a cultura da organização, pois é a partir da dela que poderá ser definido como, e com quem se deve falar, a cultura pode ser considerada a personalidade da organização.
É importante analisar e intervir na cultura em primeiro plano e depois planejar que meios e ferramentas serão utilizadas, assim o projeto irá gerar valor a médio, longo prazo e se sustentará.
Em uma comunicação 2.0 a empresa precisa disponibilizar acesso amplo e igualitário de suas informações, reduzindo assim as diferenças entre emissores e receptores, os membros da organização tem que alternar os papéis de consumidores e produtores de informação.
Este modelo propõe uma comunicação interativa, onde as pessoas possam ter a oportunidade de intervir, originar e compartilhar conteúdos sob um paradigma de rede. Por este motivo um plano de comunicação 2.0 requer um desenho que não esteja centrado em potencializar ou multiplicar a capacidade de difusão e sim que tenha o foco em maximizar a interatividade.

Referência:

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A importância dos veículos na CI



O avanço da tecnologia possibilita, cada vez mais, que os meios de comunicação permitam que nos comuniquemos com pessoas em maiores distâncias no menor espaço de tempo. Qualquer informação que se queira receber ou transmitir pode ser auxiliada e facilitada por meios ou veículos de comunicação. Eles nos ajudam a trocar mensagens um com o outro, ou com grandes grupos de pessoas, no caso das organizações.
No que se diz à Comunicação Interna, o uso de veículos de comunicação é fundamental para que o diálogo entre a empresa e seus colaboradores ocorra de maneira eficiente. Entretando, é importante ressaltar que cada um deles permite que a comunicação seja feita de uma maneira diferente, assim como as informações que se quer dizer devem ser direcionadas para o veículo que melhor transmitirá determinada mensagem.
Os principais veículos utilizados pelas organizações são os boletins, revistas, jornais murais, mural digital, TV corporativa, e-mail, e intranet.  Algumas corporações adotam diversos veículos de transmissão, e quando essa opção é feita, é necessário cuidado com o papel de cada um deles. É essencial que determinado assunto não seja apresentado diversas vezes em veículos diferentes, porque nesse caso ocorre a sobreposição dos assuntos, o que ocasiona, de maneira geral, o desperdício de dinheiro. O que se deve fazer é extrair o melhor de cada veículo, de forma que cada um deles tenha diferentes abordagens.
É necessário que as empresas tenham em mente quais os tipos de informação seu público interno está interessado. Sejam eles resultados, inovações, eventos ou mesmo dicas que representam o que a empresa valoriza.  O próximo passo é escolher a melhor maneira de transmitir o que se deseja. Para uma abordagem mais imediatista, por exemplo, o uso do boletim – ou de avisos na intranet – são duas ótimas opções.         
Algumas empresas, para acompanhar o avanço tecnológico, optam por veículos mais modernos como o mural digital ou a TV corporativa, que muitas vezes transmitem exatamente a mesma informação que o papel e não aumentam a interatividade dos receptores com o canal. Outras chamam de TV corporativa um mural digital, pelo fato de se passar numa televisão, mas não por possuir um canal exclusivo.
Em suma, os veículos de comunicação são fundamentais para unificar e difundir os valores da organização, trabalhar a imagem das empresas com o público interno, avisar e registrar acontecimentos e eventos,  ter feedback, entre outros. E para que tudo isso seja alcançado positivamente, cada um dos veículos deve ser utilizado para cada objetivo específico, além de se ter em mente que o exagero muitas vezes é prejudicial quando se trata de transmitir informações por diversos canais, na comunicação interna.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Psicossociologia nas ações de CI


Entender uma organização como um sistema no qual cada parte integrante é interdependente é essencial para o processo de comunicação interna. Conhecer e entender os fluxos de informação também é de extrema importância. Agora como os diferente fluxos de comunicação influenciam as concepções e ações individuais e coletivas? E o quanto esses fatores influenciam no ambiente de trabalho? É conhecido que,todo ambiente social está inerente à comunicação. O ambiente interno de uma organização é regida por uma certa etiqueta então o comportamento individual segue a linha do bom senso. Quando porém ocorre alguma situação e a mesma causa um desconforto coletivo o fluxo de informação informal mais conhecida como “rádio peão” começa a aumentar e concepções em sua maioria errôneas começam a se formar e isso pode ocasionar em uma crise interna. Nesse cenário é que a CI demonstra sua necessidade. Ações que organizam o fluxo de informação dentro da organização e que sejam claras no que rege a mensagem chave são a solução de crises internas e também colaboram para a prevenção delas. Assim o pensamento tanto individual quanto coletivo são objeto de análise do profissional de CI. Sendo assim toda ação deve ser pautada no conhecimento psico sociológico da organização, conhecer as áreas a fundo e perceber como cada colaborador é tratado individualmente é imprescindível assim como avaliar as reações coletivas à determinado acontecimento. Utilizando dessas ferramentas aqui citadas e colocando em prática ações embasadas nos conceitos aqui transmitidos pode-se prevenir possíveis falhas de comunicação e conflitos internos e caso ocorram com estas mesmas ferramentas pode-se solucioná-los.

sábado, 5 de maio de 2012


Comunicação Interna Vertical



A comunicação interna deve ser considerada como uma das ferramentas  essenciais para o sucesso de uma organização,  por meio dela é possível  conhecer  e disseminar sua política institucional, os interesses dos seus membros  e integrar diferentes departamentos.
Uma das divisões dos fluxos de comunicação dentro de uma organização é a comunicação vertical, que é planejada de cima para baixo, onde a empresa se comunica com seus departamentos, direções e unidades de negócio.  É crucial que seu desenvolvimento seja por meio de canais de informação ágeis, rápidos e desburocratizados. 
A comunicação interna vertical se divide em:

  • Ascendente: consiste no envio de relatórios, esclarecimentos, sugestões e reclamações de departamentos ou projetos a níveis superiores.  O que muitas vezes afeta  esse tipo de comunicação é a falta de objetividade ou a  falta de veracidade dos dados.
  • Descendente: tem início no topo, com os líderes, e discorre no sentido da base hierárquica da organização, normalmente são informações e instruções de tipo organizacional, com políticas, regras e regulamentos da atual situação da organização.

A importância da comunicação interna vertical é para  uniformização e padronização dos conceitos da empresa. O objetivo é que o trabalho da organização seja cada vez mais integrado. Cada membro, conhecendo a política institucional, as regras da empresa e seus produtos, acaba se tornando um disseminador dos valores da organização.
Como no caso da Natura, por exemplo, eles só conseguem que seus colaboradores sejam disseminadores de seus princípios e valores, porque tem uma comunicação vertical eficiente, onde todos conhecem e aprenderam a admirar a marca pela qual trabalham.

sábado, 28 de abril de 2012

Dificuldades e problemas iniciais da Comunicação Interna





Um dos problemas inicias para a boa Gestão da Comunicação Interna é que o termo comunicação é empregado como se toda informação colocada diante dos funcionários tivesse sido aceita e compreendida por eles, o que nem sempre é verdadeiro. A boa comunicação deve contemplar não apenas o envio da informação ao público, mas também a compreensão do que foi exposto e se o conteúdo foi aceito ou rejeitado, apenas assim podemos afirmar que está sendo desenvolvida a comunicação na organização, com o círculo virtuoso.

O gestor também deve estar ciente de que há uma diversidade de material que “comunica” que não as mídias tradicionais e planejadas, como: fatos relativos a situações recorrentes, problemas ou progressos na direção das metas; idéias, sugestões e experiências; conhecimento relativo a valores, ações e políticas da empresa; lealdades e hostilidades; clima ou ambiente emocional, etc. A comunicação não pode ser pensada apenas dentro do escopo tradicional do boletim, jornais e revistas, mas em todo o ambiente organizacional que ela permeia e no qual se desenvolve formal ou informalmente.

Contextualizando um dos exemplos, se um gestor é considerado exigente de forma exagerada, pelos seus subordinados, gerando hostilidade, isso pode gerar resistência à comunicação, criando barreiras para a o fluxo ascendente.  A hostilidade, o medo e a desconfiança, reduzem o fluxo e aceitação de informações relevantes, também podendo gerar distorções e ruídos na comunicação em todos seus fluxos: ascendente, descendente, horizontal ou diagonal. A suspeita diminui o volume de informações compartilhadas, mantendo funcionários das mais variadas hierarquias em posição de “defesa” perante os demais.

Imagem: Social Network. Istockphoto.com

Assim, após a compreensão da diversidade e do que deve ser a comunicação o primeiro passo a ser tomado pelo gestor deve ser o estabelecimento da confiança. Apenas com confiança recíproca a comunicação pode se desenvolver eficientemente dentro da organização, mantendo todos os canais e fluxos abertos para o diálogo entre as partes, além de contribuir para a aceitação e compreensão da mensagem.

Referência Bibliográfica: Novos padrões de administração. LIKERT, Rensis.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Endomarketing


Endomarketing são ações de marketing voltadas para o público interno de uma organização, é um processo cujo foco é sintonizar e sincronizar, para implementar e operacionalizar, a estrutura de marketing dessas organizações que visa ação para o mercado. Seu objetivo é facilitar e realizar trocas assim construindo relacionamentos com o público interno, compartilhando os objetivos da organização, harmonizando e fortalecendo estas relações e tem como função integrar a noção de “cliente” nos processos internos da estrutura organizacional propiciando melhorias na qualidade de produtos e serviços com produtividade pessoal e processos.

O termo surgiu na década de 90 no livro “Conversando com o Endomarketing” de Saul Bekin, aonde o termo “endo” que vem do grego “movimento para dentro” se junta com o conceito de marketing de “processo de comunicar uma transação com valor adequado para clientes”, nesse caso o cliente sendo os funcionários da organização, assim o endomarketing se torna uma poderosa ferramenta da comunicação interna pois “vender” seu produto ou serviço para o funcionário é tão importante quando para o cliente, afinal assim o público interno se torna um aliado ao negócio, preocupado pelo desempenho e responsável pelo sucesso da organização.

O endomarketing vem como solução para o questionamento feito muitas vezes pelas empresas “nossos funcionário são felizes?” afinal a satisfação desse público afeta no clima organizacional e na qualidade de produtos e serviços, e esses funcionários possuem necessidades muito específicas e são atingidos pela comunicação de maneira direcionada e muito mais explícita que o público externo, além de que a opinião do segundo pode ser influenciada pelo primeiro, pois um funcionário insatisfeito irá fazer uma contra-propaganda sobre a empresa que trabalha. Embora algumas empresas já possuam departamento de endomarketing composta por profissionais da comunicação e recursos humanos, ainda é uma área que não foi explorada em sua totalidade pela maioria das organizações que ainda relutam em entender que ele é um elemento indispensável para o sucesso e o tamanho da sinergia que a prática do endomarketing irá gerar dentro do ambiente de trabalho.

Referências:
BEKIN, Saul F. Conversando sobre Endomarketing. 1995.


sábado, 7 de abril de 2012

Comunicação interna e a Cultura Organizacional.

Sabemos que as trocas de informações dentro das organizações devem ocorrer de forma eficiente, em todos os meios hierarquicos, para que o diálogo seja entendido da mesma maneira entre todas as partes. É importante ressaltar que quando essas trocas não acontecem da maneira que se pretende, ou quando não há abertura para a troca de ideias, muitos problemas podem surgir.
Ao falarmos em comunicação interna nas organizações como um instrumento estratégico para o bom relacionamento entre pessoas que contribui em diversos aspectos positivos que resultam na produtividade e lucratividade da organização, não podemos deixar de lado a importância da cultura organizacional e valores que devem estar claros em todo o âmbito interno.
Pode-se dizer, portanto, que o processo da comunicação interna está ligado á cultura da empresa, aos seus valores e ao comportamento das suas lideranças e às crenças dos seus colaboradores. O que acontece, é que muitas organizações não gastam tempo definindo seus valores, ou simplesmente não acreditam neles. Afinal, não basta apenas definí-los, mas também atrair pessoas que estejam em sintonia com eles. Quando não há identificação entre a empresa e funcionário, o trabalho não é prazeroso e, por consequência, não é produtivo como deveria.
Os colaboradores que compreendem a cultura organizacional de onde trabalham, sua base, sua essência, podem ter maior capacidade de sobrevivência na empresa, podendo, também, prever certos comportamentos de outros colegas no trabalho. Enquanto muitos colaboradores são demitidos por comportamento, e não por falta de conhecimento – atitudes que não estão de acordo com a cultura e valores adotados pela organização.
Deste modo, é importante que no processo da gestão da comunicação interna, a cultura e valores das organizações sejam levados em conta como parte essencial. Quando as trocas de informações são compreendidas de forma eficiente, junto com as crenças bem definidas e aceitas pelo público interno – e este em sintonia com o perfil da empresa - a C.I é bem estruturada, podendo gerar muitos beneficios e impedir problemas e crises.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Pensamento sistêmico em comunicação interna

Em uma atualidade em que a comunicação está cada vez mais rápida e os processos cada vez mais burocráticos é difícil lembrar que uma organização é como um organismo, em que cada parte tem sua função específica, mas todas são interdependentes e possuem o mesmo objetivo.
É válido lembrar que a burocracia é necessária por organizar processos facilitando o trabalho e sua demanda, porém as organizações vem se perdendo em processos e os funcionários se esquecem de que seu trabalho depende de outras áreas que não a dele. Nessa situação o gestor de comunicação interna deve entender a organização como um todo e fazer com que os fluxos de informação circulem de maneira direcionada e padronizada para que o discurso seja unificado, caso o contrário conflitos internos podem ocorrer.
Compreender que é necessário um enfoque holístico, ter ferramentas para feedback, sempre objetivar o alcance de metas é a chave para o pensamento sistêmico, porém não se pode esquecer que dentro desse sistema ainda há hierarquia. E é importante observar que este sistema estará sempre sujeito à entropia(forças as quais um sistema está sujeito que seguem para a desordem).
A boa gestão de comunicação interna é aquela que segue essa linha de raciocínio e compreende cada função do sistema, sua ordem processual, e o perfil singular de cada pessoa em qualquer área da empresa, reconhecendo também os limites de cada uma. Dessa forma pode-se usar das ferramentas de comunicação atuais com um discurso dirigido e unificado para a boa compreensão e aceitação da mensagem organizacional, além de estimular um espírito de integração com ações estratégicas fazendo com que toda organização compreenda suas singularidades e principalmente o pensamento sistêmico.

sábado, 24 de março de 2012

A Comunicação Interna estabelecida nas organizações

Cada vez mais influente no ambiente organizacional, a área da gestão de Comunicação Interna cresce significantemente. Não podemos fugir da realidade: o mundo empresarial tão complexo que estamos presenciando é composto por pessoas diferentes que baseadas em costumes, cultura e valores diversos precisam se relacionar entre si; os clientes mais exigentes em todos os sentidos nos obrigam a tomar decisões corretas e dar satisfações sempre; e o mercado com concorrências gigantes. As obrigações são maiores, e a mudança deve começar dentro e na organização.

Tendo em vista todo esse cenário, o primeiro post deste Blog tem o objetivo de expor o tema, C.I., de forma mais abrangente, conceituando e destacando suas principais aplicações dentro de uma organização, num contexto atual.

O termo Comunicação Interna surge em um momento em que as empresas necessitam ter um setor responsável pelos seus próprios funcionários. O relacionamento com o seu público externo é essencial, porém, é preciso trabalhar internamente com seus funcionários, os valores e cultura da organização para que  a satisfação do público alvo também seja atingida.
A C.I. bem trabalhada, sempre em conjunto às outras (todas) áreas da empresa, contribuirá para diversos aspectos positivos que resultarão na produtividade e lucratividade da organização. O funcionário bem motivado e engajado com certeza se sentirá responsável pelo sucesso do lugar onde trabalha e gerará produtividade à mesma.
A consolidação de sua identidade, construção da memória, diminuição de riscos e crises são alguns dos principais meios para grandes objetivos da corporação serem atingidos, tais pontos estão diretamente ligados à gerência da C.I.. A empresa e seus funcionários vão gerar um vínculo entre si, tendo como conseqüência a satisfação e comprometimento do público interno, que repassará todos esses valores adquiridos de forma muito positiva aos outros públicos.
A participação e comprometimento do funcionário com todos os processos da empresa, suas metas, suas principais atividades e projetos faz parte de todo um ciclo para um bom andamento e sobrevivência da organização. Por isso, a Comunicação Interna procura trabalhar o fluxo de informações no ambiente para também gerar o bom relacionamento entre essas pessoas.