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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A CI e a Pesquisa de Clima Oganizacional


Apesar de ser crescente a preocupação das empresas com seus funcionários e, em outras palavras, com o clima organizacional, para muitas corporações, ainda, o funcionário é apenas um produtor – uma mão de obra – e seus estados físico e psicológico não são fatores relevantes para o rendimento do trabalho. Entretanto, a comunicação interna existe para mudar este pensamento e fazer com que o clima organizacional seja positivo; uma vez que diversas pesquisas demonstram que um funcionário contente com seu ambiente de trabalho pode produzir 80% mais do que um colaborador desmotivado. O clima organizacional reflete diretamente na qualidade do serviço prestado pela empresa e, consequentemente, na sua imagem perante os públicos externos.
Uma ferramenta que é frequentemente utilizada para medir o clima organizacional de uma corporação é a pesquisa de clima. Ela pode ser descrita como a aplicação de um questionário nos colaboradores de uma organização para mapear aspectos da cultura e clima organizacionais. As informações que são coletadas por meio da pesquisa de clima podem ser usadas beneficamente para mapear pontos fortes e fracos que ajudam na criação de um plano de desenvolvimento que pode melhorar a organização como um todo.
A pesquisa de clima organizacional é considerada, atualmente, como um instrumento fundamental para as empresas que desejam conhecer seus colaboradores, ela serve como base para a comunicação interna e suas ações de informar e transmitir mensagens para os colaboradores. Alguns dos benefícios que a pesquisa de clima agrega às organizações são:       
  •            Permite que a empresa verifique onde precisa focar suas ações de melhoria para obter maior produtividade e lucratividade; 
  •    Identifica o nível de comprometimento, fidelidade e lealdade dos colaboradores da empresa;
  •     Melhora a eficiência da comunicação interna, gerando motivação nos funcionários a partir do sentimento de ser ouvido; 
  •     Permite a empresa analisar estruturas como políticas, lideranças e condições de trabalho.



Referência: http://www.pesquisadeclima.com

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Redes de interferência em comunicação interna

         Em qualquer ambiente social a comunicação ocorre de maneira espontânea e difusa, sem qualquer controle ou barreira que não seja o bom senso. Da mesma maneira ocorre em organizações, entre colaboradores do mesmo setor ou entre setores diferentes. Não há problema algum em ocorrer esse fluxo de informações livremente, o problema de fato está no tipo de informação que circula e na sua coerência. 
        Mesmo em um ambiente regido por uma boa equipe de comunicação a troca de informações informal ocorre inevitavelmente de diferentes maneiras, anteriormente somente pelo boca a boca a conhecida “radio peão” já causava problemas de comunicação, atualmente com a massificação das mídias sociais e instant messaging nos telefones móveis essa circulação de informação se tornou mais rápida. Nesse cenário uma informação mal interpretada pode circular livremente e causar danos em larga escala.  
        Situações como demissões, corte nos gastos e falta de algum recurso em uma organização podem causar a impressão de que a empresa está falindo ou que está em crise. Essa mensagem na “boca” de um funcionário mal informado chega aos seus colegas de trabalho de uma maneira prejudicial e é multiplicado para fora da organização de uma forma possivelmente danosa, podendo chegar ao mercado e prejudicar a imagem e até afetar o lucro da empresa. 
        As redes de interferência não somente são focos de negatividade dentro de uma organização, também podem ser usadas para divulgar campanhas beneficentes ou até campanhas que deem algum retorno financeiro à organização. A questão chave está na presença constante da equipe de comunicação em todos os setores, quase que uma “onipresença” nas mídias sociais e o uso do reforço nas mensagens críticas para que sejam claramente compreendidas. Dessa maneira o que era ameaça se torna oportunidade.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Psicossociologia nas ações de CI


Entender uma organização como um sistema no qual cada parte integrante é interdependente é essencial para o processo de comunicação interna. Conhecer e entender os fluxos de informação também é de extrema importância. Agora como os diferente fluxos de comunicação influenciam as concepções e ações individuais e coletivas? E o quanto esses fatores influenciam no ambiente de trabalho? É conhecido que,todo ambiente social está inerente à comunicação. O ambiente interno de uma organização é regida por uma certa etiqueta então o comportamento individual segue a linha do bom senso. Quando porém ocorre alguma situação e a mesma causa um desconforto coletivo o fluxo de informação informal mais conhecida como “rádio peão” começa a aumentar e concepções em sua maioria errôneas começam a se formar e isso pode ocasionar em uma crise interna. Nesse cenário é que a CI demonstra sua necessidade. Ações que organizam o fluxo de informação dentro da organização e que sejam claras no que rege a mensagem chave são a solução de crises internas e também colaboram para a prevenção delas. Assim o pensamento tanto individual quanto coletivo são objeto de análise do profissional de CI. Sendo assim toda ação deve ser pautada no conhecimento psico sociológico da organização, conhecer as áreas a fundo e perceber como cada colaborador é tratado individualmente é imprescindível assim como avaliar as reações coletivas à determinado acontecimento. Utilizando dessas ferramentas aqui citadas e colocando em prática ações embasadas nos conceitos aqui transmitidos pode-se prevenir possíveis falhas de comunicação e conflitos internos e caso ocorram com estas mesmas ferramentas pode-se solucioná-los.