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domingo, 10 de junho de 2012


Comunicação digital 2.0


A comunicação 2.0 está sendo muito utilizada pelas empresas, como uma forma de gerenciar sua comunicação externa e interna, com maior dinamismo. Para que ela funcione com eficiência deve-se estudar a cultura da organização, pois é a partir da dela que poderá ser definido como, e com quem se deve falar, a cultura pode ser considerada a personalidade da organização.
É importante analisar e intervir na cultura em primeiro plano e depois planejar que meios e ferramentas serão utilizadas, assim o projeto irá gerar valor a médio, longo prazo e se sustentará.
Em uma comunicação 2.0 a empresa precisa disponibilizar acesso amplo e igualitário de suas informações, reduzindo assim as diferenças entre emissores e receptores, os membros da organização tem que alternar os papéis de consumidores e produtores de informação.
Este modelo propõe uma comunicação interativa, onde as pessoas possam ter a oportunidade de intervir, originar e compartilhar conteúdos sob um paradigma de rede. Por este motivo um plano de comunicação 2.0 requer um desenho que não esteja centrado em potencializar ou multiplicar a capacidade de difusão e sim que tenha o foco em maximizar a interatividade.

Referência:

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Comunicação Interna e ações motivacionais



Muitos ambientes de trabalho não são considerados os melhores para se trabalhar, o estímulo e a motivação, às vezes, são fatores que nenhum funcionário conhece dentro daquela empresa. Mas por que isso é tão freqüente?
Um grande problema ainda presente em algumas organizações é a falta de uma comunicação interna eficaz que, em conjunto a ações internas direcionadas aos funcionários, são capazes de realizar um trabalho motivador ao público interno para que, assim, a produtividade cresça de maneira mais eficiente e, claro, atinja o objetivo primordial, a geração de lucro.
O que muitas empresas ainda desconhecem é justamente a importância disso tudo, ou apenas ignoram. Tão importante quanto ter o feedback de seus clientes, é ter um retorno também dos próprios funcionários. A atenção não pode ser exclusiva para o público externo, se você não possui funcionários felizes e satisfeitos, com certeza também não terá clientes fieis e contentes.
O Endomarketing, por exemplo, é uma ferramenta proporcionalmente nova que tem como objetivo valorizar, estrategicamente, o público interno da organização. Como? De acordo com o precursor deste tema, Saul Bekin, quando criou o conceito de Endomarketing, pensava que não era possível a empresa atender totalmente às suas demandas externas com seus produtos e serviços se os seus próprios funcionários não os conheciam, aprovavam ou, ao menos, sabiam o que estava acontecendo. Baseando-se também na ideia de marketing, para Kotler o marketing externo não é muito eficaz se os próprios funcionários da empresa não aprovam a ideia.
A cultura de uma organização é essencial para que todos ali dentro da empresa sigam para a mesma direção e para que não haja nenhuma distorção no andamento dos processos. A organização precisa estar em equilíbrio primeiro dentro para, depois, garantir seu sucesso fora dela. E ações com caráter motivacional contribuem para um ambiente de trabalho saudável, fazendo com que o público interno se sinta parte daquela organização, produza mais e melhor, atingindo também os objetivos da empresa como um todo.
No cenário atual, as organizações já estão pensando mais humanamente e não apenas no lucro em si. Essa posição valoriza a área de Comunicação Interna que engloba, além de muitos outros, pontos discutidos no decorrer no texto.

Referências:
BEKIN, Saul F. Conversando sobre Endomarketing. 1995.

sábado, 7 de abril de 2012

Comunicação interna e a Cultura Organizacional.

Sabemos que as trocas de informações dentro das organizações devem ocorrer de forma eficiente, em todos os meios hierarquicos, para que o diálogo seja entendido da mesma maneira entre todas as partes. É importante ressaltar que quando essas trocas não acontecem da maneira que se pretende, ou quando não há abertura para a troca de ideias, muitos problemas podem surgir.
Ao falarmos em comunicação interna nas organizações como um instrumento estratégico para o bom relacionamento entre pessoas que contribui em diversos aspectos positivos que resultam na produtividade e lucratividade da organização, não podemos deixar de lado a importância da cultura organizacional e valores que devem estar claros em todo o âmbito interno.
Pode-se dizer, portanto, que o processo da comunicação interna está ligado á cultura da empresa, aos seus valores e ao comportamento das suas lideranças e às crenças dos seus colaboradores. O que acontece, é que muitas organizações não gastam tempo definindo seus valores, ou simplesmente não acreditam neles. Afinal, não basta apenas definí-los, mas também atrair pessoas que estejam em sintonia com eles. Quando não há identificação entre a empresa e funcionário, o trabalho não é prazeroso e, por consequência, não é produtivo como deveria.
Os colaboradores que compreendem a cultura organizacional de onde trabalham, sua base, sua essência, podem ter maior capacidade de sobrevivência na empresa, podendo, também, prever certos comportamentos de outros colegas no trabalho. Enquanto muitos colaboradores são demitidos por comportamento, e não por falta de conhecimento – atitudes que não estão de acordo com a cultura e valores adotados pela organização.
Deste modo, é importante que no processo da gestão da comunicação interna, a cultura e valores das organizações sejam levados em conta como parte essencial. Quando as trocas de informações são compreendidas de forma eficiente, junto com as crenças bem definidas e aceitas pelo público interno – e este em sintonia com o perfil da empresa - a C.I é bem estruturada, podendo gerar muitos beneficios e impedir problemas e crises.